quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Período da adolescência Com meus 15 aninhos eu tinha a minha melhor e maior amiga que Deus me Deus (até hoje), Marilena. Nós passávamos horas e horas sentadas na porta da minha casa ou na dela, tomando sorvete e filosofando sobre a vida; morte, sobre a vida de outras pessoas, etc. A Marilena sempre foi meu porto seguro, até hoje, apesar de ser mais nova que eu, pois ela já nasceu sábia e me passava sua sabedoria sem me esconder nada. Ela conhecia todos os moços e moças e me alertava quando algum moço se dizia interessado por mim...geralmente ela achava que não valia a pena e não valia mesmo, hehehe. Além disso, fiz um pacto com meu pai, que eu não namoraria ninguém até me formar, e por incrível que pareça, eu consegui, só namorei depois de formada, meu marido, que está comigo ha 30 anos.Minha mãe teve problemas de sáude, ficou internada e eu fazia faculdade, cuidava da casa, comida e roupas, além de trabalhar fora, mas no último ano da faculdade, todos estavam bem e me ajudaram a terminar o curso, pois eu não podia trabalhar, devido à exigência curricular de grande carga horária de estágio, que fiz na unica creche que havia em Salto. Um ano antes disso, mais precisamente em 1980, o ano da minha vida, eu fui para o Projeto Rondon, um projeto nacional feito pela UNICAMP para ajudar aos moradores de Cruzeiro do sul, no Acre. Fiquei um mes lá e voltei com estrelas nos olhos. Aprendi tanto sobre minha profissão (Serviço Social)e sobre a vida... jamais imaginei que pudesse aprender tanto em tão puco tempo. Quando terminei a faculdade, em 1981, ja fui contratada pelo Dr. Haroldo para trabalhar como Assistente Social da SAMES. Fiz um estágio rápido na MEDICAMP - Campinas e já impantei o Serviço Social na SAMES, junto com minha outra grande amiga até hoje, Valéria, que amo de paixão. Bom, foi então que conheci meu marido, que saia da fábrica onde trabalhava e passava sempre pelo mesmo caminho, bem no horário em que eu tb saía do trabalho. Cabeludo, motociclista, roqueiro e eu, uma santa que se morresse iria diretamente ao céu sem escalas. (Não sei porque eu não morri) Namoramos um ano em meio e nos casamos. Temos 2 filhos, Janina e Jimi. Eu, no Acre com minha equipe de profissionais, um de cada área. No próximo capítulo, a vida de casada.

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