sábado, 15 de fevereiro de 2014

As muitas vidas dentro da minha própria vida Desde que nascemos, sempre existem pessoas que não são da família, mas que participam da vida da gente e tem algumas que se tornam muito importantes até mesmo par a formação da nossa personalidade. Existem aquelas pessoas que conhecemos e nos identificamos imediatamente e criamos laços, que permanecem pela vida toda. Há também os parentes mais queridos, amigos e profissionais que inteferiram de alguma forma em nossa vida, na nossa maneira de pensar, nos ajudaram, enfim, há pessoas que fizeram e fazem parte da nossa vida e que não podemos nos imaginar sem elas, pois são parte da gente ... dizem que o coração é terra sem dono, então elas se apossaram de uma parte dele e moram lá desde então. Irei começar a citar as pessoas desde que eu me lembro até os dias de hoje. Espero não me esquecer de ninguém. Além do meu pai, minha mãe, avó, haviam as minhas tias (por parte de mãe)....eu só tive contato com meus parentes por parte de mãe e meu irmão sempre gostou mais dos parentes por parte de pai. Meu irmão não foi citado aqui porque não nos damos nada bem, nem temos contato, apesar dele ser meu único irmão. Somos totalmente diferentes em formação, personalidade, jeito de ser, situação financeira ... então acho melhor nem falar nada sobre ele. Prefiro falar sobre a esposa dele que amo de paixão, minha cunhada Marilena, que tem formação como eu, é totalmente diferente do meu irmão; é ela quem cuida da minha mãe (além da empregada) e cuidou do meu pai. A Marilena é uma pessoa fácil de se conversar, de se fazer entender e ser compreendida por ela. Ela está sempre pronta para o que der e vier e está sempre disposta a ouvir a opinião da gente. Sempre que temos que resolver algo sobre a saúde da minha mãe, é com ela que eu converso. Não dá para falar com meu irmão...ele é muito ignorante, infelizmente. Me abraçou em frente ao caixão do meu pai, para mostrar aos parentes que é boa pessoa, mas depois disso, nunca mais olhou na minha cara (hipócrita)... desfaz do meu marido, que jamais fez alguma coisa que motivasse esse comportamento por parte dele. Meu marido é a pessoa mais pacífica e quieta, nunca se pronunciou em nossas questões familiares, então eu não entendo mesmo a atitude do meu irmão, não tem explicação. Segundo minha cunhada, meu irmão faz isso porque é sensível.... eu não sabia que a ignorância mudou de nome, mas tudo bem. Deixa ele pra lá. Que Deus o abençoe. Ele que tome cuidado com o exemplo de conduta que está dando pra filha dele. Só isso. Bom, agora vou citar uma pessoa que admiro demais, que é minha madrinha Maria, de Jundiai, onde minha mãe me mandava passar as férias de escola. A coitada da madrinha já tinha 4 filhos homens e ainda tinha que cuidar de mim. Ela é viva até hoje, tem 94 anos e goza de perfeita saúde física e mental. Mora sozinha e ainda ajuda a cuidar de uma irmã com cancer, lá em São Paulo. Ela é a pessoa mais boa que alguém puder imaginar. Só sabe orar e ajudar aos outros. A foto dela.... Aí estão, meu pai, minha mãe e minha madrinha Maria. Minha segunda madrinha: minha tia Lazinha, que eu amo de paixão, irmã da minha mãe, ela cuida de mim desde que eu era criança e ia brincar na casa de minha tia Nereide (outra irmã de minha mãe). Minha tia Lazinha não gosta de fotos, hehehe, converso com ela todos os dias por telefone, pra saber como ela está... ela me ajudava muito, pois quando crianças, éramos muito pobres, não havia frutas, nem doces em casa e minha tia Lalá tinha um namorado que lhe trazia caixas de caqui, uvas, pessegos, figos, etc e ela dava sempre para mim. Na páscoa, o namorado dela comprava um ovo de páscoa enorme pra mim, era o único que eu ganhava. Como ela não quis se casar e não teve filhos, até hoje ela me dá presentes e eu não consigo ficar sem falar muito tempo com ela. Também faço doces, salgados e levo sempre pra minha mãe e para ela, quase toda semana. Outra tia, Já falecida, Ana... mas não posso deixar de citá-la pelo mesmo motivo, me enchia de doces e costurava roupas na hora em que lhe pedisse, e eu a amava muito também. Ela era sorridente, linda, cabeleireira, simplesmente maravilhosa (também irmã de minha mãe). Tenho mais duas tias por parte de mãe, A Neusa, sensível, delicada, boa, generosa, simples, amorosa; ela também é sozinha, mas sai pouco de casa e mora longe, não temos tanto contato. Amo-a também. Tia Nereide, que me ajudou com o enxoval, me providenciou ele todinho, me ajudava desde mocinha e até enquanto minha filha estudava, essa minha tia me doava roupas da filha mais nova dela. Amo demais também. Tem também minha prima Vânia, com a qual eu cresci e estudei, filha de minha tia Ana. Minha prima Vânia me ajudou muito também, sempre conversávamos, mas como eu trabalho à tarde e ela também, tem algum tempo que a gente não se fala. Só nos encontramos em velórios, que horror, hehehe. Amo ela demais também. Bom, no próximo capítulo citarei os amigos do trabalho.

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