quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Introdução
Eu dedico este livro à mim mesma e ao meu trabalho, pois se não fosse eu trabalhar remunerada, a vida que consegui dar a meus filhos até hoje, teria ido por água abaixo.
Todo domingo à noite, acontece uma interferência no meu cérebro, devido á aproximação da segunda-feira, que me faz ver tudo insípido, incolor, inodoro.
Mas pobre não pode ter depressão, tem que ter coragem pra trabalhar, senão não come e eu adoro comer.
Só me sinto viva viajando ou me tatuando com o Xambinho (meu tatuador e filho do coração).
Pensando bem, os finais de semana não são diferentes em nada, pois minha única felicidade é dormir; a não ser que tenha Show de Rock, aí eu me animo, me sinto viva também.
O resto é tudo obrigação, mas eu tenho fé que um dia minha vida irá mudar, com a chegada da liberdade que tem também o nome de aposentadoria.
E se a liberdade subir à minha cabeça, muitas outras irão rolar, hehehe.
Enfim, creio que Deus tem planos muito bons para a minha vida e que mesmo madura, passando do ponto, eu poderei pintar, cantar, tocar, dançar ... terei tempo e condições para viver como eu sempre quis.
Deus me abençoe até lá e continue me dando forças, pois quero ver meu filho realizado e bem de vida.
Tomara que o tempo voe e logo chegue esse futuro tão sonhado por mim.
Conclusão
Apesar de eu me considerar apenas metade de uma mulher, pois não sei dirigir, não sei nadar, não sei nem andar de bicicleta, pois tive uma infância pobre e nunca pude frequentar uma piscina ou ter uma bicicleta...meu pai nunca teve carro, então eu apenas estudei, com muuuuuito sacrifício da minha parte e da minha família de solteira. Mas deu certo. Me formei; exerço a minha profissão até hoje ... se não fosse por eu trabalhar muuuuuuito onde trabalho, jamais teria pago minha casa, estudado minha filha, etc.
Meu trabalho me proporcionou conhecer pessoas maravilhosas, como por exemplo uma pessoa queridissima, amiga de todas as horas, chamada Creude, que é mais que uma irmã para mim.
A Nilza P., que eu já citei anteriormente também foi assim, conheci através do meu trabalho e não passo um dia sem falar com ela. Ela é minha mentora espiritual.
Conheci também a Rosa H., mãe do Heber, que é praticamente uma irmã para mim, pois ambas criamos o Heber com todo amor e carinho, com a ajuda dos médicos, até ele partir desta terra.
No hospital, conheci a Claudia Cacau, que trabalhava no RX e que me ajudou muito na época mais difícil da minha vida (quando minha filha estudava) amo você, Cacauzinha linda. Conheci também, a família do Fabio: Sr. João (pai) e Lucilia (mãe), que são uma segunda família para mim, visto que eu considero o Fábio, meu terceiro filho (do coração).
Acompanhei a luta deles pela sobrevivência do Fabio, que hoje é um homem feito, apesar de estar tetraplégico. Eu amo o Fabio como se fosse meu filho e o visito sempre que posso.
Enfim, conheci tanta gente boa e que me fez ser a pessoa que sou hoje, uma pessoa que ainda luta muito para viver com dignidade, mas ao mesmo tempo, sabe se defender.
Bem, essa sou eu e essa é a minha vida toda contada resumidamente.
Eu dedico estas memórias a todo o povo saltense com quem convivo diariamente, pois os amo e sinto que sou correspondida.
Só assim eu consigo me encaminhar diariamente ao trabalho até hoje, pensando sempre que vou encontrar pessoas queridas, que farão meu dia ser abençoado.
Ainda não é o fim, eu não sei até quando esta história vai continuar, só Deus sabe!!!
Agradecimento especial: Há uns 10 anos atrás eu conheci um ser magnífico, talentosíssimo, abençoadissimo por Deus chamado Xambinho, meu tatuador (único) que até hoje é meu amigo, terapeuta, confidente, etc
Eu amo o Xambinho como a um filho e ele sabe disso. Quero agradecê-lo por ajudar a me tornar o que sou hoje....sem as suas tatuagens eu continuaria fracote e indefesa, filhão.
Nada melhor para encerrar esta autobiografia, do que Maria,(tatuagem feita por Xambinho) e que Ela continue passando à frente na minha vida e abrindo meus caminhos.
Salto, 16/02/14
Meus amigos Doutores
Durante o tempo em que trabalhei no Hospital, conheci alguns médicos que se tornaram meus amigos para sempre.
Dr. Paulo - Cuidou e cuida da minha família toda até hoje...é amigo; simples, bondoso, sempre pronto, nunca nos cobrou nenhuma consulta, apesar de não termos nenhum convênio. Suas secretárias Zeza, Jacke e Livia também são muito amigas e nos facilitam o acesso ao Dr. Paulo. Sempre prontas, nunca deixaram de nos atender nas horas difíceis. |Nossa amizade com Dr. Paulo e sua equipe tem mais de quinze anos.
Dr. Ângelo - Cuidou e cuida da minha família até hoje também, sempre pronto, sempre sorrindo, nos ajudando imensamente, lhe devemos tanto que nunca poderemos pagar, mas ele nunca nos cobrou nada.
Suas secretárias Marcia e Monica, sempre nos atendem prontamente e facilitam nosso acesso ao Dr. Ângelo.
Dr. Sebastião - Cuidou de meu filho, nunca cobrou nada, apesar não sermos conveniados e é um grande amigo, excelente médico de UTI, que eu acompanhei durante anos no Hospital, admirando-o por sua seriedade e competência. Prezo muito sua amizade e a de suas secretárias: Madalena e Andrea, que também nos ajudam quando precisamos do Dr. Sebastião.
Dr. Pedro não poderia faltar aqui devido à sua alegria, por ser parecido com o Bon Jovi e ser muuuuuito divertido. Se aparecer uma moça bonita aqui agora e eu ligar pra ele, ele vem correndo pra levar a moça passear. Ele é uma pessoa única.
Dr. Francisco Augusto, amigão de Dr. Pedro, ajudou meu filho do coração Heber desde sempre até o falecimento do mesmo. Homem generosíssimo, um pai pra gente.
Dr. Renato - Cirurgião Plástico inigualável, um ser abençoado, que faz cirurgias no velhinhos com cancer e os deixa lindos. Este médico é muuuuuito abençoado por Deus. Nas horas vagas (quase nunca), ele faz esculturas de argila. Já me ajudou muito também.
Dr. Francisco B. - Atualmente atende no Postinho...um ser iluminado por Deus, ajuda a todos, sem exceção, carismático, que merece toda a felicidade do mundo.
Dr, Claudio M. - Cirurgião Geral de mãos abençoadíssimas, trabalha também no Hospital Sírio Libanês e atende a todos que a gente encaminha por necessidade, sem cobrar nada. Amigão, confidente.
Dr. Jurandyr - Ginecologista - Meu ginecologista desde 1984, pesquisador, os medicamentos que ele receita são sempre eficazes...ele nunca erra
Dra. Susana B. - Cirurgiã Dentista - uma mulher maravilhosa, amiga, confidente, pronta para as emergências, como dentes quebrados por doces (no meu caso, hehehe), uma alma linda, pessoa maravilhosa, por dentro e por fora.
Dra. Marilena M - Advogada - Crescemos juntas, hoje ela é, sem dúvida alguma, a melhor advogada que eu conheço... resolve qualquer problema, rapidamente por ser inteligentíssima e eficientíssima.
Amiga de todas as horas, amo a família toda dela. a mãe dela é incrível, única e os filhos da Dra. Marilena são simplesmente sensacionais, sendo um já formado em Advocacia, o Dr. Paulo e a Bruna, que também está para concluir o curso de Advocacia, como a mãe e o irmão. Uma família abençoadíssima por Deus ... todos gênios.
Dr. Luciano - cirurgião vascular - Deixou minhas pernas novinhas em folha. Gente boa demais, também sempre pronto para nos atender a qualquer hora, cuidou do meu pai e cuida da minha mãe.
Dr. Renato C. - cirurgião vascular - Um santo que trabalha em conjunto com Dr. Luciano. Me operou várias vezes. Excepcional.
Se me esqueci de algum, me perdoe, é a idade, hehehe.
sábado, 15 de fevereiro de 2014
Amigos que fiz no trabalho.
Aos 16 anos, fiz amizade com minha amiga Rosangela das Granjas H&N, amizade essa que preservo até hoje. Pessoa linda, carióca, tranquila, amiga maravilhosa. Eu dormia no sitio, na casa dela, ás vezes.
Depois, quando entrei no Colégio Técnico Dr. Barros Jr., como auxiliar de secretaria, havia a Isabel, que doce de pessoa, que anjo, me ensinava tudo e tinha maior paciência comigo, que só errava porque eu não prestava tenção (idade - cabeça na lua)
Aí me lembro de um estágio, na cidade de Americana, onde Deus me deu como chefe a Assistente Social mais porreta que já conheci, Nilza B.
Na SAMES, me recordo muito de minha amiga Sandrinha, que fui madrinha de seu casamento e ela do meu, hehehe; e Valéria, que amo de paixão.
Quando entrei na prefeitura vou colocar por ordem de local:
- Saude Mental - Ninguém em especial
- Serviço Social - Ninguém em especial
- PID - Ninguém em especial
- Pronto Socorro - Cida B., Sidnei S. e Margarete; amo muito esses tres amigos e os conservo até hoje, tenho-os no meu facebook.
Com a Cida aprendi tudo o que sei sobre Pronto-Socorro, como distinguir um perigo eminente, um risco real de morte, pela prática que ela tinha, me ensinou tudo.
Com o Sidnei aprendi o valor da verdadeira amizade no trabalho e fora dele e a Margarete foi minha provedora de roupas durante todos os anos em que minha filha estudou e eu não tinha dinheiro para comprar roupas.
- Hospital - Nilza P., meu amor de amiga, minha irmã do coração; nunca mais nos separamos, conversamos todos os dias, a gente ri juntas, choramos juntas, é muito mais que uma irmã, não fico um dia sem falar com ela. No Hospital Municipal, conheci também a Rita B., que é minha amiga até hoje e ela me ajuda no meu trabalho ... vive me quebrando galhos. amo muito ela. E a Maria J., com quem troco cartas no momento.
- CECÓI - Leila que eu amo de paixão, sempre amiga, sempre conselheira, sempre me abrindo os olhos até hoje, pois saímos de lá, mas continuamos amissíssimas, graças a Deus. Paulinha, minha ídola, sempre zen, fazia coisas maravilhosas em suas aulas, melhor T. O. que conheci.
- Secretaria da Saúde - Edna, que amo de paixão também, por ela ser divertidíssima, inteligentíssima e ser minha amiga de verdade e Maritsa, que é a delicadeza em pessoa, um doce, suave como uma brisa, faz um bem pra alma da gente, com um sorriso maravilhoso que só ela tem....muuuuito amiga.
Atualmente estou na Central de vagas, todos são meus amigos, até que me provem o contrário.
Pretendo me aposentar no ano que vem, em nome de Jesus!!!
As muitas vidas dentro da minha própria vida
Desde que nascemos, sempre existem pessoas que não são da família, mas que participam da vida da gente e tem algumas que se tornam muito importantes até mesmo par a formação da nossa personalidade.
Existem aquelas pessoas que conhecemos e nos identificamos imediatamente e criamos laços, que permanecem pela vida toda.
Há também os parentes mais queridos, amigos e profissionais que inteferiram de alguma forma em nossa vida, na nossa maneira de pensar, nos ajudaram, enfim, há pessoas que fizeram e fazem parte da nossa vida e que não podemos nos imaginar sem elas, pois são parte da gente ... dizem que o coração é terra sem dono, então elas se apossaram de uma parte dele e moram lá desde então.
Irei começar a citar as pessoas desde que eu me lembro até os dias de hoje. Espero não me esquecer de ninguém.
Além do meu pai, minha mãe, avó, haviam as minhas tias (por parte de mãe)....eu só tive contato com meus parentes por parte de mãe e meu irmão sempre gostou mais dos parentes por parte de pai.
Meu irmão não foi citado aqui porque não nos damos nada bem, nem temos contato, apesar dele ser meu único irmão. Somos totalmente diferentes em formação, personalidade, jeito de ser, situação financeira ... então acho melhor nem falar nada sobre ele.
Prefiro falar sobre a esposa dele que amo de paixão, minha cunhada Marilena, que tem formação como eu, é totalmente diferente do meu irmão; é ela quem cuida da minha mãe (além da empregada) e cuidou do meu pai.
A Marilena é uma pessoa fácil de se conversar, de se fazer entender e ser compreendida por ela. Ela está sempre pronta para o que der e vier e está sempre disposta a ouvir a opinião da gente.
Sempre que temos que resolver algo sobre a saúde da minha mãe, é com ela que eu converso. Não dá para falar com meu irmão...ele é muito ignorante, infelizmente. Me abraçou em frente ao caixão do meu pai, para mostrar aos parentes que é boa pessoa, mas depois disso, nunca mais olhou na minha cara (hipócrita)... desfaz do meu marido, que jamais fez alguma coisa que motivasse esse comportamento por parte dele. Meu marido é a pessoa mais pacífica e quieta, nunca se pronunciou em nossas questões familiares, então eu não entendo mesmo a atitude do meu irmão, não tem explicação.
Segundo minha cunhada, meu irmão faz isso porque é sensível.... eu não sabia que a ignorância mudou de nome, mas tudo bem. Deixa ele pra lá. Que Deus o abençoe. Ele que tome cuidado com o exemplo de conduta que está dando pra filha dele. Só isso.
Bom, agora vou citar uma pessoa que admiro demais, que é minha madrinha Maria, de Jundiai, onde minha mãe me mandava passar as férias de escola. A coitada da madrinha já tinha 4 filhos homens e ainda tinha que cuidar de mim. Ela é viva até hoje, tem 94 anos e goza de perfeita saúde física e mental. Mora sozinha e ainda ajuda a cuidar de uma irmã com cancer, lá em São Paulo. Ela é a pessoa mais boa que alguém puder imaginar. Só sabe orar e ajudar aos outros. A foto dela.... Aí estão, meu pai, minha mãe e minha madrinha Maria.
Minha segunda madrinha: minha tia Lazinha, que eu amo de paixão, irmã da minha mãe, ela cuida de mim desde que eu era criança e ia brincar na casa de minha tia Nereide (outra irmã de minha mãe).
Minha tia Lazinha não gosta de fotos, hehehe, converso com ela todos os dias por telefone, pra saber como ela está... ela me ajudava muito, pois quando crianças, éramos muito pobres, não havia frutas, nem doces em casa e minha tia Lalá tinha um namorado que lhe trazia caixas de caqui, uvas, pessegos, figos, etc e ela dava sempre para mim. Na páscoa, o namorado dela comprava um ovo de páscoa enorme pra mim, era o único que eu ganhava. Como ela não quis se casar e não teve filhos, até hoje ela me dá presentes e eu não consigo ficar sem falar muito tempo com ela. Também faço doces, salgados e levo sempre pra minha mãe e para ela, quase toda semana.
Outra tia, Já falecida, Ana... mas não posso deixar de citá-la pelo mesmo motivo, me enchia de doces e costurava roupas na hora em que lhe pedisse, e eu a amava muito também. Ela era sorridente, linda, cabeleireira, simplesmente maravilhosa (também irmã de minha mãe).
Tenho mais duas tias por parte de mãe, A Neusa, sensível, delicada, boa, generosa, simples, amorosa; ela também é sozinha, mas sai pouco de casa e mora longe, não temos tanto contato. Amo-a também.
Tia Nereide, que me ajudou com o enxoval, me providenciou ele todinho, me ajudava desde mocinha e até enquanto minha filha estudava, essa minha tia me doava roupas da filha mais nova dela. Amo demais também.
Tem também minha prima Vânia, com a qual eu cresci e estudei, filha de minha tia Ana. Minha prima Vânia me ajudou muito também, sempre conversávamos, mas como eu trabalho à tarde e ela também, tem algum tempo que a gente não se fala. Só nos encontramos em velórios, que horror, hehehe. Amo ela demais também.
Bom, no próximo capítulo citarei os amigos do trabalho.
Meu filho - Jimi Togni
"Jimaum" como a gente o chama, é a maior felicidade da nossa vida, minha; de meu marido, dos parentes, da avó e amigos.
Ele é lindo, benza Deus, simpático, inteligente, amoroso e dedicado á família.
Sempre estudou e trabalhou, se mantendo na vida desde os 14 anos.
Atualmente é Cabo do Exército e estuda na FIEC - Indaiatuba.
Sai sempre com os amigos, é divertido e um menino muito bom, graças a Deus.
Sempre preocupado com os pais, com a avó. Cuidou do avô até ele falecer, enfim, nota 1000 pra " Jimaum".
Oro todas as noites para que Deus o abençoe abundantemente.
Minha filha - Janina Togni
Eu não irei colocar fotos, pois ela já não pertence mais à nossa família, pois casou-se e nunca mais apareceu aqui, nem telefona, então, apesar dos presentes que enviamos neste ano que passou, inclusive lhe escrevi uma carta, no final do ano, pedindo desculpas por haver dito algo que ela não gostou, em algum momento de fúria, mas como não obtive nenhuma resposta, acho melhor apenas descrever como foi a vida dela aqui até ela se casar.
Ela sempre teve tudo de bom e de melhor na vida, sempre foi paparicada pelos avós maternos. Estudou nas melhores escolas que existem. Teve sempre as melhores roupas, foi modelo profissional, tendo inclusive morado no México. Hoje em dia é casada e trabalha como Cirurgiã Dentista ... nunca precisou trabalhar, a não ser nesses eventos de modelo, em alguns finais de semana, mas o dinheiro que ganhava, sempre gastou com ela própria. Em compensação, o pai dela e eu quase nos matamos de tanto trabalhar para pagar todos os gastos dela na escola, pois ela morou sete anos em São Paulo, e nós bancávamos a moradia, alimentação, transporte, remédios, etc.
Casou-se e resolveu cortar os laços de vez com nossa família. No início eu senti muito, mas agora já me acostumei com a ausência dela.
Oro diariamente para que Deus derrame Suas Melhores Bênçãos sobre ela.
Meu marido - Kal (José Carlos)
antigamente e atualmente
O que dizer sobre o marido? Que ele é companheiro de todas as horas, não sai sozinho, nem me deixa sair...Ele é possessivo, autoritário, enfim é o patrão aqui e todo mundo o obedece.
Ele tem, como todo mundo, suas qualidades e defeitos.
Qualidades: Gosta de fazer compras, não deixa faltar nada em casa; paga as contas e me leva pra trabalhar. Cuida da mãe dele, de todos nós e dos cães.
Defeitos: Único divertimento para ele: televisão e sexo. E muuuuuuuuuuuuuito ciumento, tem ciúmes até do computador.
Às vezes vamos à shows de rock, mas ele sempre com a cara feia, não sei porque....nunca gosta de nada nem de ninguém.
Só vejo ele se transformar na praia, lá ele fica zen, olhando pras sereias, como ele mesmo diz.
Esse é meu marido, desconfia de tudo e de todos... e que seja feita a sua vontade senão não tem como conviver com ele, mas sempre foi um excelente pai, desde que as crianças nasceram até hoje.
Assim como eu, fez das tripas coração, pra estudar a filha e agora cuida do filho como se ele fosse um verdadeiro príncipe (pra nós ele é nosso príncipe...é tudo o que temos)
Fotos atualissimas.
O que dizer sobre o marido? Que ele é companheiro de todas as horas, não sai sozinho, nem me deixa sair...Ele é possessivo, autoritário, enfim é o patrão aqui e todo mundo o obedece.
Ele tem, como todo mundo, suas qualidades e defeitos.
Qualidades: Gosta de fazer compras, não deixa faltar nada em casa; paga as contas e me leva pra trabalhar. Cuida da mãe dele, de todos nós e dos cães.
Defeitos: Único divertimento para ele: televisão e sexo. E muuuuuuuuuuuuuito ciumento, tem ciúmes até do computador.
Às vezes vamos à shows de rock, mas ele sempre com a cara feia, não sei porque....nunca gosta de nada nem de ninguém.
Só vejo ele se transformar na praia, lá ele fica zen, olhando pras sereias, como ele mesmo diz.
Esse é meu marido, desconfia de tudo e de todos... e que seja feita a sua vontade senão não tem como conviver com ele, mas sempre foi um excelente pai, desde que as crianças nasceram até hoje.
Assim como eu, fez das tripas coração, pra estudar a filha e agora cuida do filho como se ele fosse um verdadeiro príncipe (pra nós ele é nosso príncipe...é tudo o que temos)sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Meu Pai - Cassimiro Bozza
Meu pai era a pessoa mais calma, boa de coração, religiosa e alegre que eu conheci.
A gente podia ver a bondade nos olhos dele, sempre sorrindo, trabalhou a vida toda e quando parou, ajudou a cuidar dos netos, sempre me ajudou financeiramente....ajudou a reformar minha casa, até me deu uma casa de presente ainda em vida.
Me lembro muito dele na Igreja, comigo.
Ele chorava muito na Semana Santa. Ele era Vicentino e Ministro da Eucaristia. Ele gostaria que eu fosse madre e eu deveria ter sido mesmo. Me arrependo profundamente de não ter feito a vontade dele. Mas, ao mesmo tempo, aí não existiriam meus filhos e meu pai amava meus filhos, então acho que foi melhor eu ter me casado mesmo.
Meu pai faleceu há um ano e dói muito o meu coração quando eu me pego pensando nele...começo a chorar e não consigo parar, então evito pensar.
Minha Mãe - Cidinha Carvalho, minha Tata que eu amo de paixão.
...ela não gosta de fotos...
Minha mãe tb é a pessoa mais boa de coração que eu conheço....não chego nem aos pés dela....se ela pudesse sei que daria tudo o que tem para quem precisasse.
A vida toda ela ajudou seus irmãos, parentes, vizinhos, qualquer pessoa. Também me ajudou a criar meus filhos, me ajudou financeiramente a vida toda.
Trabalhou muuuuuito, mas como não tinha muita saúde, se aposentou por invalidez. Mas ela está bem, lá na casinha dela, com a empregada. Não quer dar trabalho à ninguém.
Ela sofreu muuuuuuuuuuuuito com a doença do meu pai, mas agora está bem, graças a Deus.
Meu pai era a pessoa mais calma, boa de coração, religiosa e alegre que eu conheci.
A gente podia ver a bondade nos olhos dele, sempre sorrindo, trabalhou a vida toda e quando parou, ajudou a cuidar dos netos, sempre me ajudou financeiramente....ajudou a reformar minha casa, até me deu uma casa de presente ainda em vida.
Me lembro muito dele na Igreja, comigo.
...ela não gosta de fotos...
Minha mãe tb é a pessoa mais boa de coração que eu conheço....não chego nem aos pés dela....se ela pudesse sei que daria tudo o que tem para quem precisasse.
A vida toda ela ajudou seus irmãos, parentes, vizinhos, qualquer pessoa. Também me ajudou a criar meus filhos, me ajudou financeiramente a vida toda.
Trabalhou muuuuuito, mas como não tinha muita saúde, se aposentou por invalidez. Mas ela está bem, lá na casinha dela, com a empregada. Não quer dar trabalho à ninguém.
Ela sofreu muuuuuuuuuuuuito com a doença do meu pai, mas agora está bem, graças a Deus.
Minha profissão - O que é o Serviço Social (Google)
O Serviço Social é uma profissão interventiva que busca diminuir as disparidades sociais.
Um assistente social atua, através de pesquisas e análises de realidade social, na formulação, execução e avaliação de serviços, programas e políticas sociais que buscam a preservação, defesa e ampliação dos direitos humanos e a justiça social.
O trabalho do assistente social tem como objetivo visar e garantir direitos e assistência para a população desamparada, fazendo isso por meio de políticas sociais, de forma organizada e planejada, lutando contra os problemas das injustiças que podem afetar os desamparados socialmente.
Entre os principais campos de atuação profissional de um assistente social estão:
Redes de serviços sociais do governo
Hospitais
Escolas/creches
Centros de convivência
Administrações municipais, estaduais e federais
Serviços de proteção judiciária
Conselhos de direitos e de gestão
Movimentos sociais
A profissão é regulamentada no Brasil pelo Conselho Federal de Serviço Social e seus respectivos Conselhos Regionais.
Regularmente são realizados concursos para assistente social para o preenchimento de vagas de emprego em administrações públicas.
Como eu escrevi anteriormente, entrei na Prefeitura atráves da Portaria de 1989, para trabalhar na área de Saúde Mental. Eu tinha 29 anos.
Gostei muito da prática, pois, quando se é jovem, o idealismo impera e agimos com muito entusiasmo e dedicação,se bem que dedicação tenho até hoje.
Conforme o prefeito, era meu serviço. O Sr. Coltro achou que eu deveria me candidatar a vereadora, tive 240 votos. Não fui eleita.
O prefeito Ruy me achava educada e me colocou no Pronto Socorro, onde as pessoas chegam mais estressadas, com razão. Amei. Fiquei por muitos anos no Hospital Municipal, que atualmente é terceirizado.
Eu amava o local, as amigas, os pacientes, enfim, foi a melhor época da minha vida.
Foi lá que conheci minha amiga Cida e Sidnei, que tenho ambos até hoje no facebook. Mais adiante escrevei sobre cada pessoa que marcou minha vida para sempre.
O prefeito João foi muito bom tb e eu continuava lá no hospital.
Enquanto o hospital foi municipal era uma maravilha. Hoje em dia não podemos dizer o mesmo, infelizmente.
O prefeito Pilzio terceirizou o hospital ... me achava generosa e me colocou para atendimento ao público, com minhas colegas de trabalho Wilma e Nara.
Foi um tempo muito bom para mim, que amo ajudar as pessoas.
Na época do prefeito Geraldo, eu fui trabalhar no PID - Programa de Internação domiciliar, que gostei muito tb, embora eu não me sentisse muito útil.
O mesmo prefeito Geraldo, me colocou de volta no Pronto-Socorro, mas sendo o hospital terceirizado, não me adaptei e fui auxiliar o setor de exames, onde conheci a Solange.
Foi muito bom financeiramente, mas o serviço era muito desgastante.
Ainda com o prefeito Geraldo, fui ao CAPS - Centro de Atendimento Psicossocial.....amei no início, fiz grupos de cidadania com os pacientes e de música, angariava prendas para festas, foi lá que conheci minha amiga Leila, a Paula e a Miriã.
Com o tempo, os funcionários se dividiram em puxa-sacos da chefe e os não-puxa sacos, onde eu e Leila estávamos.
Claro que fomos perseguidas e eu fui até processada pela "chefe" por haver feito inscrição para o BBB, chefe esta que, logo depois, foi convidada a se retirar do trabalho pelo prefeito.
De lá, fui para a Secretaria da Saúde, pois, segundo o RH, a colega de trabalho estava precisando de ajuda, devido à demanda da população a ser atendida ser grande.
O serviço era bom, mas com o passar do tempo, o temperamento da colega de trabalho começou a prejudicar minha saúde e meu cardiologista (após eu haver sido ofendida pela colega) me aconselhou a "levantar" a vóz, quando isso acontecesse.
Foi o que fiz e faço até hoje quando sou ofendida. Só então eu deixei de se um carneirinho, o bichinho mais dócil que alguém possa imaginar para me tornar o que sou hoje, que não agrada a todos, mas para o público eu continuo a mesma, dedicada e atenciosa, como sempre fui. Faço o que posso para que a pessoa saia satisfeita do meu local de trabalho.
Demorei 50 anos, mas aprendi a me defender. Agora eu me posiciono, enfrento quem está me ofendendo e se precisar, grito muito mesmo, que assusto a todos que trabalham comigo.
Era mudar ou morrer de enfarto agudo do miocárdio.
Então eu mudei, inclusive fora do trabalho.
Sinceramente, não estou nem um pouco preocupada em ser exemplo dos bons ou ir para o céu.
Quem quiser gostar de mim assim, ótimo, quem não quiser, me deleta da vida e pronto, como fez minha filha que se casou e por causa de uma casa, não fala mais comigo.
Se o amor que ela tinha por mim é do tamanho de uma casa, então também não estou interessada, porque se me oferecessem 100 mil casas eu não trocaria pela minha mãe, jamais, amo demais a minha mãe, não troco ela por nada.
Até minha aparência mudou, acredito que acompanhou a minha mudança de personalidade, de fraca para forte, vejam as fotos:
Antigamente eu era assim.
Hoje sou assim. O prefeito atual é o Exmo. Sr. Juvenil Cirelli e eu me encontro trabalhando na Central de Agendamentos, como sempre, com o cargo de Assistente Social, no Bairro Bela Vista.
Pelas contas do INSS, faltam exatamente um ano e quatro meses para eu me aposentar, assim que completar 55 anos, se Deus quiser!!!
Antigamente eu era assim.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O casamento
Dois meses após o casamento, comecei a me sentir enjoada e fui ao ginecologista, Dr. Jurandyr, que constatou minha primeira gravidez.
Ficamos muuuuito felizes e foi uma gravidez muito boa, graças a Deus, parto normal sem anestesia, como era antigamente.
Nasceu dona Janina, que foi criada como uma princesa até se casar. Estudou no SESI, depois no COTUCA (Colégio Técnico da Unicamp)e logo em seguida passou em várias faculdades do governo sem cursinho, tendo escolhido a USP - Odontologia e hoje trabalha concursada como cirurgiã dentista com especialização em pacientes especiais feita no Hospital Regional de Sorocaba.
Foto do primeiro aniversário de Janina, que era muuuuuito temperamental, até hoje.
Depois de um ano e meio, nascia o Jimi, que só dormia e engordava.
Hoje em dia, o Jimi é Cabo do Exército, em Itu e está terminando a faculdade do governo de Ciência da Computação.
Aí estão meus dois filhos quando pequenos.
Foi um péríodo de dedicação total ás crianças. Só voltei a trabalhar em 1989, onde me encontro até hoje, na Prefeitura de Salto, como Assistente Social.
Foi uma época difícil, meu marido fazia faculdade em Capivari e eu ficava dia e noite com as crianças, trabalhando fora por seis horas, enquanto eles ficavam com minha mãe.
Tiveram tb uma babá chamada
Andrea, maravilhosa que temos contato até hoje, inclusive fomos padrinhos de casamento dela.
No próximo capítulo contarei sobre minha vida profissional.
Período da adolescência
Com meus 15 aninhos eu tinha a minha melhor e maior amiga que Deus me Deus (até hoje), Marilena.
Nós passávamos horas e horas sentadas na porta da minha casa ou na dela, tomando sorvete e filosofando sobre a vida; morte, sobre a vida de outras pessoas, etc.
A Marilena sempre foi meu porto seguro, até hoje, apesar de ser mais nova que eu, pois ela já nasceu sábia e me passava sua sabedoria sem me esconder nada.
Ela conhecia todos os moços e moças e me alertava quando algum moço se dizia interessado por mim...geralmente ela achava que não valia a pena e não valia mesmo, hehehe.
Além disso, fiz um pacto com meu pai, que eu não namoraria ninguém até me formar, e por incrível que pareça, eu consegui, só namorei depois de formada, meu marido, que está comigo ha 30 anos.Minha mãe teve problemas de sáude, ficou internada e eu fazia faculdade, cuidava da casa, comida e roupas, além de trabalhar fora, mas no último ano da faculdade, todos estavam bem e me ajudaram a terminar o curso, pois eu não podia trabalhar, devido à exigência curricular de grande carga horária de estágio, que fiz na unica creche que havia em Salto.
Um ano antes disso, mais precisamente em 1980, o ano da minha vida, eu fui para o Projeto Rondon, um projeto nacional feito pela UNICAMP para ajudar aos moradores de Cruzeiro do sul, no Acre. Fiquei um mes lá e voltei com estrelas nos olhos. Aprendi tanto sobre minha profissão (Serviço Social)e sobre a vida... jamais imaginei que pudesse aprender tanto em tão puco tempo.
Quando terminei a faculdade, em 1981, ja fui contratada pelo Dr. Haroldo para trabalhar como Assistente Social da SAMES. Fiz um estágio rápido na MEDICAMP - Campinas e já impantei o Serviço Social na SAMES, junto com minha outra grande amiga até hoje, Valéria, que amo de paixão.
Bom, foi então que conheci meu marido, que saia da fábrica onde trabalhava e passava sempre pelo mesmo caminho, bem no horário em que eu tb saía do trabalho.
Cabeludo, motociclista, roqueiro e eu, uma santa que se morresse iria diretamente ao céu sem escalas. (Não sei porque eu não morri)
Namoramos um ano em meio e nos casamos. Temos 2 filhos, Janina e Jimi.
Eu, no Acre com minha equipe de profissionais, um de cada área.
No próximo capítulo, a vida de casada.
Com meus 15 aninhos eu tinha a minha melhor e maior amiga que Deus me Deus (até hoje), Marilena.
Nós passávamos horas e horas sentadas na porta da minha casa ou na dela, tomando sorvete e filosofando sobre a vida; morte, sobre a vida de outras pessoas, etc.
A Marilena sempre foi meu porto seguro, até hoje, apesar de ser mais nova que eu, pois ela já nasceu sábia e me passava sua sabedoria sem me esconder nada.
Ela conhecia todos os moços e moças e me alertava quando algum moço se dizia interessado por mim...geralmente ela achava que não valia a pena e não valia mesmo, hehehe.
Além disso, fiz um pacto com meu pai, que eu não namoraria ninguém até me formar, e por incrível que pareça, eu consegui, só namorei depois de formada, meu marido, que está comigo ha 30 anos.Minha mãe teve problemas de sáude, ficou internada e eu fazia faculdade, cuidava da casa, comida e roupas, além de trabalhar fora, mas no último ano da faculdade, todos estavam bem e me ajudaram a terminar o curso, pois eu não podia trabalhar, devido à exigência curricular de grande carga horária de estágio, que fiz na unica creche que havia em Salto.
Um ano antes disso, mais precisamente em 1980, o ano da minha vida, eu fui para o Projeto Rondon, um projeto nacional feito pela UNICAMP para ajudar aos moradores de Cruzeiro do sul, no Acre. Fiquei um mes lá e voltei com estrelas nos olhos. Aprendi tanto sobre minha profissão (Serviço Social)e sobre a vida... jamais imaginei que pudesse aprender tanto em tão puco tempo.
Quando terminei a faculdade, em 1981, ja fui contratada pelo Dr. Haroldo para trabalhar como Assistente Social da SAMES. Fiz um estágio rápido na MEDICAMP - Campinas e já impantei o Serviço Social na SAMES, junto com minha outra grande amiga até hoje, Valéria, que amo de paixão.
Bom, foi então que conheci meu marido, que saia da fábrica onde trabalhava e passava sempre pelo mesmo caminho, bem no horário em que eu tb saía do trabalho.
Cabeludo, motociclista, roqueiro e eu, uma santa que se morresse iria diretamente ao céu sem escalas. (Não sei porque eu não morri)
Namoramos um ano em meio e nos casamos. Temos 2 filhos, Janina e Jimi.
Eu, no Acre com minha equipe de profissionais, um de cada área.
No próximo capítulo, a vida de casada.
MINHAS MEMÓRIAS - CRISTINA BOZZA
Irei repartir a história ao meio - a primeira parte conta o que vivi até eu me casar. A segunda parte, começa a partir do meu casamento até os dias de hoje.
Este casal acima são meus pais, que me receberam neste mundo em 05.06.1960, em Salto, SP, mais específicamente na Maternidade Monte Serrat.
Eles residiam com meus avós paternos, desde que se casaram e lutaram muito pra conseguir comprar uma casa velha, que hoje é totalmente reformada, onde reside minha mãe.
Eu me lembro vagamente da casa dos meus avós, onde nasci, só me lembro que meu avô José me carregava sempre no cólo e no dia em que minha avó Benvenuta faleceu, eu pedi cólo a ele, mas ele me mandou pedir ao meu pai, disse que naquele dia não poderia me carregar. É só o que eu me lembro.
Na minha infância, íamos sempre à missa e casa de parentes.
Nas minhas férias da escola, minha mãe me mandava sempre viajar (até hoje eu não sei o motivo, pois acho que nem eu, nem os parentes que me recebiam gostavam muito da idéia)
Meu irmão Lucio (o único que tive e também não tive irmãs) não gostava de estudar. Eu sempre gostei e estava sempre adiantada na escola, pois nasci em junho, então, estava meio ano à frente das outras crianças.
Da minha infância, me lembro muito da casa de minha avó materna, Dona Isabel, que eu amava de paixão, assim como minhas tias, que me paparicavam e me paparicam até hoje, mais à frente, dedicarei uma página á cada uma delas.
Lá na casa da vó Isabel tinha doce, que ela sempre fazia, abundância de comida, música que minhas tias ouviam o dia todo num rádio de velas, algo assim, que um belo dia pegou fogo, hehehe.
Eu era muito amiga da minha avó,
...essa era minha avó Isabel. Eu chegava á visitá-la várias vezes ao dia, pra conversar com ela. Eu dormia com ela aos finais de semana para minhas tias sairem com seus namorados.
Meu pai, Cassimiro, sempre foi um doce de pessoa, calmo, bom, atencioso, e me levava cedinho com ele pra escola, quando ia para o trabalho, no então Grupo Escolar "Tancredo do Amaral".
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